YOKO
Yoko, a ilustre,
a brilhante, a esplêndida
Ela que, segundo o nome real, carrega atributos vários
E carrega o seu lustre
Lustre, sinónimo de brilho,
de esplendor,
Famosa ela já é,
quem sabe um dia não reencontrará o amor?
Yoko, também chamada de gloriosa,
Estripitosa!
E, após da Atlântida brotar, quem sabe...
Numa noite ao luar, com o seu amado, não irá estar?
Yoko, ela que merece tudo,
Já não tem ninguém a lhe desanimar
Yoko, cuja pureza de longe se sente
E a empatia é fácil de conquistar!
Ela não é Mosqueteira,
é única!
Quanto muito, fiel escudeira
Que por esses planaltos fora,
Sua alma é sublime e passageira
Quem sabe, um dia,
Não estaremos à lareira
E, no encandeamento que se dará,
Não cruzaremos a fronteira?
As minhas intenções são boas
E...
Enquanto do passado saro as dores
Yoko, não te mando beijos e, sim, doces amores!
Yoko!

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