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A mostrar mensagens de janeiro, 2022

Os Cristãos não terão sido sempre uma minoria?

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Não teremos sido sempre uma minoria?  Diz a geração da minha mãe que no seu tempo, os cristãos eram uma maioria. Praticamente todas as crianças faziam a primeira comunhão e a antiga “comunhão solene” e, enquanto isso, iam com regularidade ao terço, às vias sacras e outros momentos. Quando saíam da catequese, ao fim de muito menos anos face à duração atual da caminhada catequética, sabiam todas as orações, ritos e rituais, regras e formas de estar na igreja, particularmente na eucaristia! Contrariamente à “juventude atual” que não dispõe dos mesmos alicerces estruturais de outrora.  A minha mãe, nos seus 66 anos, tem uma opinião diferente, sobretudo quando o seu filho se tornou catequista e lhe apresentou uma nova forma de ver a igreja e aquilo em que esta se precisa alicerçar desde já: A evangelização pela leitura e interpretação da palavra de Deus (escutar, interiorizar o conteúdo e a mensagem e converter-se na temática específica), numa base coletiva, mas também individual, ...

Quando tudo me ultrapassa...

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2016 Julgas que és forte e pensas ter tudo, até ao momento que verificas que facilmente te ultrapassam... As pessoas ultrapassam-te... Os acontecimentos ultrapassam-te... Os lugares ultrapassam-te... Tudo te ultrapassa... O tempo, os momentos... Os sentimentos ultrapassam-te!  No final, tu próprio te ultrapassas quando te vês capaz de te abrir, de te valorizar, de sentir, de viver os pequenos momentos... E eis que os anos passam e regressas a um tempo. Revês o que foste, o que és e julgavas ter perdido... Que afinal te lembras dos caminhos velhos pois sempre tiveste saudades... Saudades do lugar onde foste feliz... Saudades da terra... Do cálice do sonho de outrora!  Afinal sempre estiveste cá... Tudo te ultrapassou... Os lugares, os acontecimentos, o tempo, os momentos, as pessoas, o sentimentos!  Assim é... Quando tudo te ultrapassa... 

O meu nome é...

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  O meu nome é... E o teu? Não importa... O mais importante é que me fazes feliz! Será que te posso fazer feliz?  Então diz-me o meu nome...  Diz-me o meu nome e chamar-te-ei por ele... Eu direi o teu... E tu chamar-me-às por ele... Ontem, hoje e amanhã, levarei cravado no peito todos os nomes... Todos os nomes que preenchem o meu coração!  O meu nome é... O teu! 

Solitário, mas não só!

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"És um menino da mamã..." "És um ser humano extraordinário, há poucos como tu"... Torna-se difícil assim... Torna-se difícil medir a minha existência perante tantas sensações extremamente opostas!  Torna-se difícil medir atos e ações quando sei que cada passo que dê poderá suscitar medidas (excessivamente) preventivas do outro lado, seja no sentido da proteção, seja no sentido da "defesa" ou da "ofensiva".  Não se trata de medir opiniões alheias, aprendi a não valorizar e a ser feliz com a conduta que assumi para a minha vida! Não obstante, sendo "solitário", não estou numa redoma e preciso proteger uma diversidade de seres que sei que gostam de mim... Sou solitário, mas (felizmente) não estou só, sobretudo no momento do equilíbrio do "ser" e do "estar". Sei que "sou", mas é cada vez mais difícil "estar"!  Sei que "sou", mas não posso "estar", sabendo que posso arrastar muitos ...