Os Cristãos não terão sido sempre uma minoria?
Não teremos sido sempre uma minoria? Diz a geração da minha mãe que no seu tempo, os cristãos eram uma maioria. Praticamente todas as crianças faziam a primeira comunhão e a antiga “comunhão solene” e, enquanto isso, iam com regularidade ao terço, às vias sacras e outros momentos. Quando saíam da catequese, ao fim de muito menos anos face à duração atual da caminhada catequética, sabiam todas as orações, ritos e rituais, regras e formas de estar na igreja, particularmente na eucaristia! Contrariamente à “juventude atual” que não dispõe dos mesmos alicerces estruturais de outrora. A minha mãe, nos seus 66 anos, tem uma opinião diferente, sobretudo quando o seu filho se tornou catequista e lhe apresentou uma nova forma de ver a igreja e aquilo em que esta se precisa alicerçar desde já: A evangelização pela leitura e interpretação da palavra de Deus (escutar, interiorizar o conteúdo e a mensagem e converter-se na temática específica), numa base coletiva, mas também individual, ...