Sementeira do tempo

 


Continuo a sementeira do tempo. Plenamente responsável por aquilo que planto!
Tendemos a sujeitar o amor, em todas as suas formas, a um conjunto de regras por nós impostas. A questões, findas as histórias, que não fazem mais sentido!
Como se o outro tivesse a obrigação de dar o que nós lhe damos!
Não tem! Tão pouco podemos esperar, mesmo de nós próprios, reciprocidade!
Todos enfrentamos momentos difíceis!
Todos vivemos as distrações e ansiedade do quotidiano! O ritmo de vida incessante! Quase todos somos obrigados constantemente a usar um relógio de pulso, até mesmo pulseiras aptas a receber mensagens e chamadas! Ninguém nos pode julgar nem nós o devemos fazer!
Todos enfrentamos as nossas próprias questões existenciais, temos as nossas dúvidas, problemas e traumas...
Por último, ninguém é obrigado a dar amor em plenitude se não o recebeu ao longo da vida, pelo menos em doses suficientes!
Não obstante, temos responsabilidade sobre quem nos dá (e deu) amor e devemos evitar ao máximo de lhe(s) magoar!
Procurar compreender o real significado desta palavra!
Ter a coragem de admitir que aprendemos a amar muito mais com alguém, mesmo que essa pessoa não faça parte do nosso presente!
E saber agradecer-lhe por isso!
Por entre os momentos magníficos vividos e os momentos de desilusões, nos tornarmos resilientes e aprendermos a cultivar o amor próprio, não o confundindo com ego!
Sem nunca perder a fé que nos move!

Rui Alexandre Oliveira
20/05/2024

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Jesus Cristo, arquétipo de peixes - Sintonização Crística

A menina que a morte não fintou...

AS DUAS MARGENS DO MESMO RIO