SE A BORBOLETA VOLTASSE...
Eis os meus olhos, a perder o brilho,
similar aos céus na noite escura.
Em busca do sol brilhante que se põe
Na esperança de um novo dia.
Perdidos na saudade por entre a paisagem
Do jardim de outrora que se quer reconstruir.
Olhos que se querem brilhantes na imensidão do tempo e do espaço.
À espera que a borboleta pouse e a permita contemplar.
Com os mesmos olhos de quem sempre a olhou, agora revigorada em busca da montanha que
sempre, e eu com ela, almejou!
Se a borboleta voltasse dos trilhos em que se colocou...
Então seria sinal que a felicidade que voou, nos meus olhos, aterrou!
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