REFLEXÕES

 


Assim foi e é Natal...

E como é bom sentir-me quase radicado num outro lugar a que também posso chamar casa!

Verificaremos quando Jesus crescer que ele não só procurou abrir os olhos aos fariseus, aos escribas, aos doutores da lei, mas também à "plebe" do seu e atual tempo, não a grega que definia o povo como um todo.

O povo, Cristo previligiará sempre!

Já dizia a escritora italiana Elena Ferrante, pseudónimo de alguém de identidade desconhecida, mas cuja obra é brilhante, conhecedora profunda da natureza humana, incluindo em "A amiga genial":

"Você sabe o que são os plebeus?". "Sim, professora". Eu sabia o que era a plebe naquele momento, e com muito mais clareza do que quando Oliviero me perguntou anos antes. A plebe éramos nós. A plebe era aquela briga a comida junto com o vinho, aquela briga para ver quem era servido primeiro e melhor, aquele chão imundo por onde passavam e passavam os garçons, aqueles brindes cada vez mais vulgares, (...)"

Com esta pequena provocação, de algo talvez subentendido na sagrada escritura, mas de enorme veracidade, desejo a todos um santo e feliz Natal!

O Natal da esperança escatológica, da família e da comunidade!

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