O amanhã será outro dia!
Paz e espontaneidade...
Leveza e fluidez...
A esperança de um novo tempo...
O que tiver de ser nosso, será nosso!
O que não tiver de ser, não será!
O que dói não são as lágrimas, entretanto derramadas!
O que dói é a sua ausência...
Na imensidão das emoções mistas...
Nos estranhos paradoxos da vida, não vale a pena encontrar resposta a todas as nossas questões!
Simplesmente compreender que o nosso tempo não é o tempo de Deus...
Entretanto, permitir-nos estar sós, sem ser sozinhos!
Já o amanhã...
O amanhã será outro dia!
Texto e imagem: Rui Alexandre Oliveira
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