REFLEXÕES

 


Impressionante como o destino, que não é necessariamente o destino, pois este é, simplesmente o fim da linha, por isso faço a correção...

Como a minha aptidão natural para contemplar as árvores as transformaram, por obra de Deus, de quem mais poderá ser, numa temática central na minha vida e em vários projetos com que lido. 

Por exemplo, as capas dos meus livros envolvem árvores! Muitas das atividades que faço com os meus alunos ou até mesmo catequeses têm árvores como pano de fundo! 

As árvores que são fonte de vida, símbolo de união dos seus ramos, alimentados pela mesma seiva, pelo mesmo tronco. E, curiosamente, estamos a chegar ao Domingo de Ramos! 

Que ramo da árvore queremos ser? Um ramo esverdeado, cheio de cor, que dá fruto ou um ramo seco, que murcha? E o que fazer aos ramos secos a não ser um enxerto? Quantos ramos precisarão ser enxertados? O tecido não permitirá, certamente, apenas o renascimento, mas a renovação. O ramo não será mais o mesmo de quando se deixou secar, mas poderá tornar-se melhor! 

Ao mesmo tempo que precisamos dar novas oportunidades a muitos para se encontrarem, também necessitamos, por vezes, de ruturas. Não faz mal cortar um ramo, nascendo outro ainda melhor, havendo, no entanto, sempre espaço para um enxerto, nesta ou naquela árvore, num novo lugar ou naquele onde pretendam retornar!

Há sempre tempo para novos recomeços!

Ninguém nasce para si e sim para os outros...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Jesus Cristo, arquétipo de peixes - Sintonização Crística

A menina que a morte não fintou...

AS DUAS MARGENS DO MESMO RIO