A vida a cores


Num determinado momento das nossas vidas, na idade da afirmação, é comum vermos a nossa vida a preto e branco...

Seja durante a plenitude da juventude, no auge do amadurecimento ou até mesmo na fase mais avançada! 

Nunca é tarde ou cedo...

Para nos afirmarmos enquanto indivíduos perante a sociedade! 

Mas...

Nunca é tarde ou cedo...

Para a necessidade de ver a vida a cores, sem perder tempo com as áreas cinzentas!  

Afinal, quantos de nós vive verdadeiramente uma vida boa? 

Quantos? 

Ao mesmo tempo, quantos de nós tentam? 

Quantos tentam ser o melhor possível? 

Essa é a melhor forma de conviver, e não fugir, dos pecados do nosso passado! 

Para nos aceitarmos como somos, cheios de defeitos e excentricidades! 

(Pequenas excentricidades!) 

Aceitar igualmente os defeitos e excentricidades dos outros! 

(Quando pequenas também!) 

Saímos do verbo "afirmar" quando vivemos o "aceitar", pois não devemos fugir de quem somos! 

Da nossa verdade! 

Devemos aceitá-la, à do outro e a grande e generalizada verdade... A de Deus! 

Sempre de cabeça erguida! 

E seguir em frente! 

Simplesmente... Seguir em frente! 

Que este seja o tempo da diferença e não da indiferença! 

Rui Oliveira

(Inspirado no discurso de uma personagem clerical da série "Grantchester") 


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