A magnificência do ser...



Sou magnífico. Não necessariamente por ser perfeito. Sou magnífico porque sei que não o sou. Lido bem com os meus defeitos e, sobretudo, com as minhas fragilidades. Sou magnífico porque sou um ser imperfeito, mas generoso! E é essa generosidade que me torna grande, que me leva a ultrapassar a mim mesmo, ao mesmo tempo que me sinto um ser pequeno diante do outro, diante a natureza criadora e reveladora! Diante alguém que amo que torna um simples olhar num registo incrível do nosso "eu interior"! 

Um "eu" que eu não conheço, talvez nunca venha a conhecer, que muito provavelmente, hoje e sempre permanecerá um mistério! Mesmo que esse "alguém" que amo diga que sou um ser de luz. Aí está a minha magnificência! Quando não sei que a tenho, mas, provavelmente, como os demais seres, terei, pois sou único e os outros captam aspetos únicos em mim... e em ti!

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